A notícia, as fontes e o que mudou
Os golpistas se passam por Bancos em geral. A instituição imitada também é vítima deste golpe.
Verificado pela redação em 31 de julho de 2026 às 13:37
O golpista liga se passando por funcionário do banco e afirma que houve uma compra suspeita, um acesso indevido ou um problema na conta. Para "resolver", pede que a vítima confirme dados, informe o código enviado por SMS, instale um aplicativo de acesso remoto, faça uma transferência para uma "conta segura" ou entregue o cartão a um portador. A ligação costuma exibir o número real do banco no identificador de chamadas.
Aqui é da central de segurança do seu banco. Identificamos uma compra suspeita no seu cartão. Para cancelar, preciso que você confirme o código que acabamos de enviar por SMS.
Desligue e ligue você mesmo para o número que está no verso do cartão ou no aplicativo oficial — nunca retorne para o número que ligou. Peça bloqueio do cartão e da conta. Se houve Pix, peça o acionamento do MED no mesmo dia: as instituições têm até sete dias para avaliar e, confirmada a fraude, o valor é devolvido. Troque as senhas e registre boletim de ocorrência.
Trate toda ligação sobre problema na conta como não verificada, mesmo que o número pareça o do banco — identificador de chamada é falsificável. Encerre e procure o canal oficial por conta própria.
Baseada nas orientações oficiais da Febraban sobre o golpe da falsa central telefônica, que lista expressamente o que os bancos nunca fazem, e na orientação do Senado Verifica sobre o Mecanismo Especial de Devolução do Pix.