
O governo brasileiro promulgou o Acordo sobre Comércio Eletrônico do Mercosul, que elimina tarifas sobre transações digitais entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, além de estabelecer regras para proteção de dados e segurança cibernética.
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O governo brasileiro promulgou o Acordo sobre Comércio Eletrônico do Mercosul, que elimina tarifas sobre transações digitais entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, além de estabelecer regras para proteção de dados e segurança cibernética.

Exportações de carne bovina recuam 27,1% em agosto com cota chinesa quase esgotada; no ano, vendas ainda crescem 4,7% em volume.

Em agosto, as exportações brasileiras aos EUA cresceram 12,1% em valor, para US$ 3,19 bilhões, mas o volume caiu 3,1%. No acumulado do ano, as vendas recuam 9,7% em valor. Para a União Europeia, as exportações avançaram 46,4% no mês.

Com exportações de US$ 33,2 bilhões, o Brasil alcançou o terceiro maior superávit para meses de agosto da série histórica. A corrente de comércio somou US$ 58,9 bilhões, recorde para o período.

Em um telefonema de mais de uma hora, os líderes do Brasil e da China discutiram o aprofundamento da cooperação e a possibilidade de um acordo Mercosul-China. A conversa ocorreu dias após os Estados Unidos imporem novas tarifas sobre exportações brasileiras, com a China expressando apoio à soberania do Brasil.

A nova modalidade de entrega terrestre, Correios Packet, possibilita que consumidores brasileiros recebam em casa produtos adquiridos de varejistas paraguaios homologados no Programa Remessa Conforme, com rastreamento completo e prazos de entrega similares aos nacionais.

A Amcham manifestou-se contra a adoção de medidas de reciprocidade comercial pelo Brasil em resposta às tarifas dos EUA, citando pesquisa que indica preferência empresarial pelo diálogo. O governo federal iniciou um processo formal para avaliar a situação.

O PNL 2050, elaborado para orientar o planejamento da infraestrutura de transportes no Brasil, prevê um investimento significativo de R$ 1,225 trilhão até 2050. Desse total, R$ 734,4 bilhões virão da iniciativa privada e R$ 490,5 bilhões do setor público. O plano visa solucionar gargalos logísticos, promover a intermodalidade e reduzir a dependência rodoviária, com foco em sustentabilidade e desenvolvimento regional.

A balança comercial brasileira alcançou um superávit de US$ 7 bilhões em julho, impulsionada pelo crescimento tanto das exportações quanto das importações. A corrente de comércio totalizou US$ 61,17 bilhões, um aumento de 6,8% em relação ao ano anterior. China e Estados Unidos mantêm-se como principais parceiros, enquanto as vendas para a Argentina apresentaram queda.

A Receita Federal adotou um novo sistema para processar as Declarações Eletrônicas de Bens de Viajantes (e-DBV) de forma automática. A medida visa acelerar o desembarque de passageiros em voos internacionais, dispensando o atendimento presencial em casos de baixo risco, sem comprometer a fiscalização.

A Petrobras informou um aumento de 14,1% na produção de petróleo e gás no segundo trimestre de 2026, atingindo 3,34 milhões de barris de óleo equivalente por dia. O crescimento é atribuído à melhoria da eficiência de plataformas e à entrada em operação de novos poços, resultando também em maior exportação e utilização das refinarias.

Os governos do Brasil e da Coreia do Sul estabeleceram um grupo de trabalho para acelerar as negociações de um acordo entre o Mercosul e a Coreia. A iniciativa visa identificar pontos sensíveis e promover benefícios mútuos, incluindo cooperação em minerais críticos e outras áreas.

O Brasil registrou um déficit de US$ 2,3 bilhões nas transações correntes em junho, uma redução significativa em comparação com o ano anterior. O resultado foi impulsionado por exportações recordes de US$ 36,4 bilhões e um superávit comercial de US$ 8,8 bilhões, conforme divulgado pelo Banco Central. Investimentos diretos no país também cresceram, enquanto as reservas internacionais apresentaram leve queda.

O governo brasileiro apresentou um pedido de consultas à OMC contra os Estados Unidos, questionando tarifas adicionais de 25% e 12,5% sobre produtos nacionais. As medidas americanas, baseadas na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, são consideradas incompatíveis com as normas multilaterais de comércio pelo Brasil.