
Quarta edição do relatório Peixes Esquecidos da Amazônia, da TNC, reúne dados de 50 especialistas e aponta rios como última grande fronteira para evitar perda de biodiversidade em larga escala.
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Quarta edição do relatório Peixes Esquecidos da Amazônia, da TNC, reúne dados de 50 especialistas e aponta rios como última grande fronteira para evitar perda de biodiversidade em larga escala.

Levantamento do Imazon mostra que 60% das terras indígenas na Amazônia tiveram desmatamento zero no período de um ano. O desmate dentro desses territórios representou apenas 1,7% do total do bioma, que foi de 2.702 km².

Dados do TerraClass de 2022 indicam que as terras indígenas da Amazônia concentram 952,3 mil hectares de áreas degradadas, predominantemente ocupadas por pastagens. Somadas à vegetação secundária, o potencial de restauração chega a 1,79 milhão de hectares.

Pesquisa do Mapbiomas indica que 38% das ocupações humanas na Amazônia tiveram alta exposição aos efeitos do El Niño de 2024, com redução de 1,9 milhão de hectares na superfície de água e chuvas 27% abaixo da média.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou que a área sob alerta de desmatamento na Amazônia foi de 2.874,38 km² no último ciclo, uma redução significativa em comparação com o período anterior e a média da década.

A Moratória da Soja, acordo voluntário que impede a compra de soja de áreas desmatadas na Amazônia, pode ter seu fim, gerando um desmatamento adicional de 1,4 milhão de hectares e a emissão de 745 milhões de toneladas de CO₂. O Supremo Tribunal Federal (STF) começará a julgar ações sobre o tema em agosto.