
Quarta edição do relatório Peixes Esquecidos da Amazônia, da TNC, reúne dados de 50 especialistas e aponta rios como última grande fronteira para evitar perda de biodiversidade em larga escala.
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Quarta edição do relatório Peixes Esquecidos da Amazônia, da TNC, reúne dados de 50 especialistas e aponta rios como última grande fronteira para evitar perda de biodiversidade em larga escala.

Pesquisadoras Toby Kiers e Burenjargal Otgonsuren lançaram resultados de estudos na Mongólia mostrando que fungos micorrízicos podem restaurar solos degradados, com potencial de recuperar até 91% das pastagens do país.

Dados do TerraClass de 2022 indicam que as terras indígenas da Amazônia concentram 952,3 mil hectares de áreas degradadas, predominantemente ocupadas por pastagens. Somadas à vegetação secundária, o potencial de restauração chega a 1,79 milhão de hectares.

Uma iniciativa na Terra Indígena Panará, na divisa entre Pará e Mato Grosso, combina o conhecimento tradicional indígena com a ciência acadêmica para inventariar a biodiversidade local. O projeto já catalogou cerca de 15 mil indivíduos de 602 espécies, incluindo 27 criticamente ameaçadas, e revelou uma possível nova espécie de árvore.

A redescoberta de plantas como a Paepalanthus magalhaesii e a Coracoralina amoena, consideradas desaparecidas por décadas, ocorreu em áreas protegidas de Minas Gerais. O achado faz parte de um projeto de conservação que visa estudar, propagar e reintroduzir essas espécies endêmicas, cruciais para a biodiversidade local.

A Coleção 11 do MapBiomas aponta que a vegetação nativa no Brasil diminuiu significativamente entre 1985 e 2025, tornando o país mais vulnerável aos efeitos do El Niño. Áreas de floresta mantidas em pé demonstraram maior resiliência a secas e temporais, enquanto a agropecuária expandiu sua ocupação territorial.

Imagens de satélite da NASA revelam como as marés e as mudanças sazonais transformam a Baía de Roebuck, um ecossistema vital para a vida marinha e aves migratórias.

O balanço da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD) destaca a restauração de 1,66 milhão de hectares no Sahel, além da criação de 4,6 milhões de empregos e o impacto direto em 46 milhões de pessoas. O esforço visa combinar recuperação de terras com segurança alimentar e resiliência climática.

A reconstrução das áreas florestais queimadas na França levanta a questão da resiliência climática, com propostas para priorizar espécies mais adaptadas a secas e calor extremo.

Ativistas de diferentes regiões do país se unem para compartilhar experiências e fortalecer a atuação na proteção do meio ambiente e na promoção da justiça climática, abordando desafios locais e a Política Nacional de Cuidados.

Uma pesquisa revela que o Brasil é um dos principais destinos para agrotóxicos banidos na União Europeia, configurando um "colonialismo químico". A geógrafa Larissa Mies Bombardi destaca os impactos desses produtos na saúde humana, animal e no meio ambiente, além de criticar a concentração do mercado de insumos agrícolas.

A Reserva Florestal Sítio dos Macacos, localizada na Rocinha, oferece uma trilha interpretativa que conecta visitantes à natureza exuberante da Mata Atlântica e à rica história de reflorestamento da Floresta da Tijuca. A iniciativa, parte do projeto Na Favela Turismo, busca valorizar o patrimônio ambiental e cultural da comunidade, gerando oportunidades locais.

Conhecida por sua rica biodiversidade e paisagens intocadas, a ilha Stewart/Rakiura, na Nova Zelândia, é um refúgio para aves raras e um local privilegiado para observar o céu noturno do Hemisfério Sul.

Dados da NASA e da Universidade do Sul da Flórida revelam que a quantidade de sargaço no Atlântico tropical em junho de 2026 foi a segunda maior já registrada, apenas atrás de 2025. O fenômeno, que se intensifica desde 2011, preocupa especialistas devido aos seus impactos em ecossistemas marinhos e no turismo costeiro.